domingo, 31 de outubro de 2010

Festinha surpresa, 2º dentinho a vista e alegria alegria

Sim mal nasceu o primeiro dente, La vem o segundo dentinho....e esse está deixando meu bebezinho chatinho, enjoado e claro babando baldes...
Bom nosso sabadão foi super animado, com festinha surpresa para uma menininha muito linda que não vou dizer o nome, pois não tenho autorização maternal para isso rsrsr...foi em Valinhos, interior de São Paulo, simplesmente Maraaaaa...  
Mas enfim a festa foi emocionante e feito tudo com muito amor pela Mari.... poderia ter enchido pelo menos uma bexiga NE, mas me atrasei sorry Má L...
O bom foi que além de comer coisas deliciosas, conheci pessoalmente a Rê minha futura Doula, simplesmente meiga e engraçada como eu sempre imaginei... adorei te conhecer Rê e muito bacana o Cezar seu namorido.... di boas risadas com vcs e obrigada pelo carinho...
E claro o meu pequeno fez a festa literalmente, aprendeu chamar à atenção do próximo rsrsrs, hora com seus gritos, ora com um  sorriso lindo, e as vezes com o seu choro rsrsr, cansado muito cansado ele ficou, mas não tinha chupeta que lhe fizesse dormir...
Ele esta tão sapeca, fica sorrindo e mostrando os dentinhos...
Bom hj é dia de eleição, borá votar e fazer valer o direito de cidadão que vota em branco ou nulo por pura falta de opção!!!


Bjos
Sara Rodrigues

sábado, 30 de outubro de 2010

A “ama de leite” moderna

A matería já diz tudo, esse é mais um artigo interessantérrimooo, sobre a fabrica de leite humano rsrsrs....


Fernanda Aranda, iG São Paulo | 01/10/2010 11:07


Gil 31 anos ainda doa leite e amamenta o filho Gabriel de 1 ano e 2 meses

Os mesmos seios que deram vida e força para Natália e Gabriel também ajudaram a alimentar outros 350 bebês muito prematuros, com doenças raras, filhos de mães portadoras do vírus HIV ou que, por qualquer outro motivo, não tiveram a chance de ter contato com o leite materno.
Gildilene Lopes Andrade dos Santos engravidou aos 19 anos de Natália, sua primeira filha. Logo percebeu que tinha leite em excesso e ficava de coração partido com o desperdício. Desde que era menina e brincava em Itororó, sua cidade natal na Bahia, sabia que a amamentação era a receita de maior sucesso para deixar as doenças afastadas das crianças. Veio morar em São Paulo, casou, recebeu a notícia que seria mãe e não conseguia dormir tranqüila enquanto ela não sabia o que fazer com o excesso e, ao mesmo tempo, eram muitos os filhos de outras não agraciados “bela bênção do leite materno”.
Doze anos passaram para Gildilene ter a notícia de que Gabriel estava a caminho. Se o enredo se repetisse, ela teria leite de sobra e, mais uma vez, não iria ficar sossegada com o alimento que não usava.
Saiu pela vizinhança em Cidade Tiradentes, bairro do extremo leste da cidade de São Paulo, procurando informação. Na parede de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) encontrou a informação sobre os bancos de leite da capital. Virou cliente. Na verdade, tornou-se a cliente principal.

Em 10 meses, doou 100,3 litros do líquido considerado pela Sociedade Brasileira de Pediatria como o alimento mais completo e necessário para crianças até os seis meses de idade. Ganhou o título de principal doadora de leite materno de São Paulo e será homenageada nesta sexta-feira (01) o Dia Nacional da Doação de Leite Materno, evento promovido pela Secretaria de Estado da Saúde.
“Um dos momentos mais deliciosos do contato entre mãe e filho é a amamentação. Viver isso e ainda saber que você pode ajudar outras pessoas deixa a sensação ainda mais saborosa”, fala Gildilene que para postergar o máximo de tempo na amamentação capricha na canjica e no cuscuz, já que diz a tradição popular que os alimentos derivados de milho dão um “up” na produção de leite .
Gabriel já está com 1,2 meses. Ainda mama no peito e a possibilidade do desmame é mais dolorida, conta a mãe, por saber que mais crianças são beneficiadas com a sua doação. “Vou doar o quanto puder. Tenho muito leite, mas se tivesse só um pouquinho já doaria. As enfermeiras me ensinaram que 350 ml doado já ajuda uma criança. Não tem preço isso.”
O processo
Para doar, além de ter leite em excesso, a mulher precisa ser saudável, não pode tomar medicamentos e ter hábitos sadios, como não fumar ou beber muito álcool, segundo as regras definidas pela Política Nacional de Aleitamento Materno. A mulher interessada pode entrar em contato com algum banco de leite próximo de sua casa e recebe as instruções (saiba os endereços aqui).
No caso de Gildilene, ela é ajudada pelo banco de leite central da zona leste paulistana, do Hospital Leonor Mendes de Barros. No início, retirava leite todos os dias e o pessoal do banco passava para retirar o alimento a cada três dias. Hoje, o intervalo é de quinze dias. “Não dá trabalho nenhum. Dou de mamar para o Gabriel e depois retiro o leite para a doação.”
Toda mulher que quer doar leite precisa ser orientada por um banco especializado. É contraindicado dar o peito direto para o filho de outra pessoa, já que neste processo há o risco de transmissão de doença. “Mas é perfeitamente possível dar o peito a outras inúmeras crianças necessitadas por meio do banco de leite”, afirma a pediatra neonatal Maria De Lourdes Brandão Fernandes, especializada na saúde da doadora e recpetor do leite humano. Segundo ela, o leite doado é tratado e armazenado de uma forma que a segurança para doadora e bebê é total. Gildilene é uma “ama de leite” moderna e, em sua boa ação, não há espaço para infecções.

Falhas na amamentação
Um levantamento nacional feito pelo Ministério da Saúde mostrou que a maior parte do País falha na amamentação. Uma radiografia sobre quantas mães mantém a amamentação exclusiva no peito até os seis meses de idade da criança identificou que em apenas três regiões este índice supera 50% (Belém, Campo Grande, Distrito Federal e Florianópolis). No geral, antes mesmo dos dentes nascerem nas crianças, já é oferecido bolachas (24%), sucos artificiais e até café (8,7%).

Ainda que a “falta de leite” e o “leite fraco” sejam apontados como culpados para a desistência da amamentação, os médicos avaliam que muitas mulheres não sabem como dar de mamar de forma correta, sentem dor e acabam desistindo. Uma pesquisa feita pelo Centro de Referência do Aleitamento Materno do Piauí mostrou que uma em cada cinco mães não sabe como dar de mamar. "Muitas vezes pode ser apenas a posição da mãe na hora do mamar que faz com que a criança não consiga puxar a quantidade ideal de alimento. O pediatra precisa orientar", avalia a pediatra Maria de Lourdes.



Bjos
Sara Rodrigues

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Falando em açúcar…

As orientações para que não sejam oferecidos adoçantes de qualquer espécie na alimentação dos bebês, não é pelo que algumas mães consideram “radicalismo”.
Presente também nos medicamentos, o açúcar compõe ainda os ingredientes de vários produtos industrializados destinados á primeira infância.
Poucas pessoas reparam, mas as frutas já possuem seu próprio açúcar. São doces por natureza. Se for necessário adoçar, devem estar estragadas, ou ”verdes”.
As primeiras papinhas doces podem ser feitas apenas com frutas amassadas, misturadas entre si.
A banana é ótima opção adoçante, além de dar textura de creme em muitas combinações  (com iogurte, em mingaus, mousses, etc).
Mas, por que mesmo não se pode oferecer açúcar aos bebês antes de um ano?
Primeiro, qualquer açúcar, assim como o mel, é carboidrato simples.
Se for refinado, ainda tem a desvantagem de não possuir nutrientes, ou seja, é caloria vazia.
Esse tipo de carboidrato é absorvido rapidamente pelo organismo, provocando elevação dos níveis de açúcar no sangue na mesma velocidade.
Para entender melhor:
O açúcar simples produzido através da quebra dos carboidratos que consumimos passa pelo sistema digestivo, transformando-se em glicose.
Utilizada na respiração de grande parte dos animais e plantas, onde é gerada através da fotossíntese, circula dissolvida no plasma sangüíneo até que seja aproveitada pelos tecidos do corpo.
Depois de utilizada, inclusive pelo cérebro, que precisa de um abastecimento regular, é armazenada pelo fígado e pelos músculos em forma de glicogênio, ou pode ser transformada em gordura.
Sua concentração no plasma sangüíneo é mantida em equilíbrio pelos hormônios insulina e glucagon. Quando o nível de glicose no sangue está baixo, ele converte este glicogênio em glicose, devolvendo ao sangue para que atinja partes do corpo que dele necessitem.
A insulina é produzida por uma glândula, o pâncreas, que também fornece o suco pancreático segregado durante a digestão.
Este serve para decompor o quimo, que quando entra em nossa boca é apenas alimento.
Já sem a participação de sua “irmã”, a insulina, a glicose não consegue penetrar nas células, causando sérios transtornos á saúde em geral.
Há alguns anos, os representantes da Federação Internacional de Diabetes vêm divulgando também uma outra forma de diagnóstico da doença.
Trata-se da IGT (sigla em inglês para Tolerância da Glicose Diminuída), que possui como principal característica o aumento excessivo de glicose no sangue.
Por ser inferior ao registrado pelos diabéticos Tipo II, a IGT não possuía seu risco avaliado.
Quando detectada a tempo, através do exame de curva glicêmica, pode evitar doenças cardíacas, distúrbios cerebrais e mesmo o desenvolvimento de diabetes.
Fonte: Guia de Alimentação Infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais. Guimarães, N. Ed. Ground.

Bjos
Sara Rodrigues

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Obesidade infantil

No inicio da minha gestação eu aboli sal e açucar das minhas refeições, claro que os alimentos que já possuiam sal eu não deixei de comer, mas os que eu podia optar ou evitar eu fazia, quanto o açucar passei a não usar e quando não tinha opção eu colocava o orgânico, claro que não abri mão dos meus brigadeiros de panelas rsrs, e não fiz essa opção para não ganhar peso gestacional, pois engodei 27 kilos na gestação, mas optei por essa abolição por motivos saudaveis, e claro para dar o exemplo ao meu pequeno que iria chegar nesse mundo em alguns meses.

Achei essa pesquisa sobre obesidade infantil e acho valido postar, claro já eramos contra o açucar refinado e comida insutrializada na alimentação do nosso filho antes dos 12 meses de vida, porém a cada dia que se passa pensamos seriamente em amplicar esse prazo, sei que quanto maior ele ficar, mais dificil será segurar sua curiosidade por "porcarias alimentares" mas se desde pequeno oferecer-mos a ele opções saudáveis os danos serão menores, é tudo uma questão de exemplos dos pais e habitos.
Já me perguntaram varias vezes como eu tenho coragem de dar abacate para meu filho sem adição de açucar?
Paro e penso: como eu tenho coragem de querer o melhor para meu filho acho que é isso que querem perguntar??
Simples, meu filho nunca experimentou açucar ou sal, então para ele não há diferença em adoçar/salgar ou não, simples assim porque vou dar porcaria quimica para ele se não é nada saudavél, e confesso de todas frutas que já demos para ele o abacate é o que ele mais gosta.
Recebo criticas familiares e não familiares,  sobre essa atitude, e ouço a frase que odeio : Coitado comer abacate sem açucar ninguem merece... COITADO É FILHO DE RATO QUE NASCE PELADO E SEM NADA PARA COMER..., coitado do meu filho por eu querer o melhor para ele??? haja paciencia;
Resumindo eu sou a favor das pesquisas e afirmações que a obesidade infantil é culpa dos pais, pois quem oferece porcarias alimentares para o seu filho é os pais, e não os fabricantes dos alimentos, quem compra e quem poe na boca do bebe é a mãe e o pai, isso é fato.
Com isso é legal deixar claro, meu filho não é coitado por nao comer açucar ou sal, estou apenas lhe mostras habitos saudáveis, enquanto ele nao conhece esses sabores, os mesmos não farão falta em sua vida, e seu organismo, corpo, pele e cabelos agradecem, não é porque minha mãe ofereceu esses temperos quando eu era criança, que eu tenho que oferecer ao meu filho, hoje os tempos são outros e as pesquisas estão ai para me mostrar o que é bom ou não ...

Segue a repostagem que achei bacana e esclarecedora.
                               
                             
  Estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) constata que a alimentação das crianças brasileiras com menos de dois anos está repleta de produtos industrializados, muitas vezes prejudiciais á saúde.
A pesquisa aponta que os bebês estão deixando de ter uma alimentação saudável – ou até mesmo a amamentação exclusiva – e passando a comer alimentos ricos em gorduras e açúcares nos primeiros meses de vida.
A ingestão precoce de gorduras e açúcar está associada ao abandono do aleitamento materno e ao baixo consumo de frutas, legumes, cereais e hortaliças.
Os pesquisadores alertam para a introdução precoce de alimentos industrializados que não deveriam fazer parte de uma dieta saudável em qualquer idade, com destaque para macarrão instantâneo, açúcar refinado, suco de frutas artificiais, danoninho, refrigerantes e até mesmo salgadinhos e embutidos.
De acordo com Maysa Helena de Aguiar Toloni, nutricionista e autora da pesquisa, os resultados preocupam, já que a obesidade infantil é considerada um problema de saúde pública no Brasil, onde cerca de 10% das crianças apresentam excesso de peso e aproximadamente 20% dos adolescentes estão acima do peso.
- Vale lembrar que 60% das crianças e adolescentes obesos já sofrem de hipertensão e dislipidemia, que é o aumento do nível de gordura no sangue e que está intimamente ligada às doenças coronarianas – afirma a nutricionista.
- Além de esse tipo de alimentação comprometer o crescimento e desenvolvimento infantil, também é comum desencadear processos alérgicos, carências de vitaminas e minerais, obesidade infantil e o surgimento, cada vez mais precoce, das chamadas ‘doenças crônicas não transmissíveis’ que incluem o diabetes, hipertensão arterial, obesidade, dislipidemias, acidente vascular cerebral, diversos tipos de cânceres, artroses, enfisema pulmonar, entre outras.


Bjos
Sara Rodrigues

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Já estou almoçando gente!!!

Sim desde o ultimo sabado comecei a dar a papa salgada (claro sem sal) ao meu pequeno, ele adorouuuu comeu tanto que até fiquei com medo....

Não estava com nenhuma pressa em começar com o almoço, mas como ele demonstrou uma ótima adaptação com as papas doces, tentei a sorte, e deu certo.

Em breve entraremos com a refeição noturna, só o que fica meio chato é que como ele fica no berçario quem mais curte esse momento são as tias né rsrsrs...mas tudo bem...foi uma escolha que eu fiz continuar trabalhando para poder dar o melhor para ele.

Ele fica tão lindo mexendo a boquinha enquanto come, e não deixa cair nada é super cordenado rsrsrs, a unica coisa que não está rolando é o copo de transição.

Realmente acho que será mais facíl ele tomar no copo normal do que no copo de transição, mas continuamos na luta.

 



Bjão
Sara Rodrigues

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Não ao andador...

Nas minhas pesquisas em,  o que comprar ou não comprar para o bb, cheguei no item andador...






A quem ache necessário, a quem ache importante pois ele distrai a criança, e a quem ache que realmente o andador é um item obrigatório na jornada do bebê....

Pesquisando na net achei essa matéria que diz tudo o que realmente significa o andador para nós aqui de casa...

Andador: um atraso na vida dos bebês
Como é lindo ver seu bebê com maior liberdade de explorar o espaço mesmo quando ainda não anda, mas usa um andador. O grande erro dos pais – em seu total desconhecimento - é achar que o andador ajudará no aprendizado da criança ao começar a andar. Isso não é verdade. O andador traz prejuízos no desenvolvimento psico e motor do bebê.
Por que será que não é bom? Por vários motivos. A criança desde o nascimento passa por etapas do desenvolvimento em que cada fase serve de base para a próxima. Primeiro sustenta a cabeça, depois rola o corpo para os dois lados, se arrasta de barriga para baixo, senta com apoio, depois sem apoio, engatinha (alguns não passam por essa etapa), ficam em pé para então começarem os primeiros passinhos.
Em todo desenvolvimento motor e de equilíbrio a criança explora o ambiente e os objetos em sua volta, desenvolvendo paralelamente o aspecto neurológico. O bebê tenta alcançar objetos, observa os adultos e suas ações e imita.
O andador força a criança a pular várias dessas etapas essenciais para o desenvolvimento. Ela, por exemplo, não deixa a criança experimentar os “tombinhos” naturais do início do aprendizado do caminhar e, assim, a aquisição do equilíbrio é limitado e pode ainda deformar a estrutura óssea da perna.
Por pular etapas, o andador atrasa o início da marcha. Se o bebê é pequeno para o andador, usará somente as pontas dos pés para movimentar-se, o que poderá causar alguns problemas além do atraso da marcha, como alteração óssea.
Falsa liberdade - A sensação de liberdade que o andador oferece é ilusão. O andador não deixa a criança explorar adequadamente o espaço que está. Um simples objeto no chão e que desperte a atenção do bebê passa a se tornar algo inalcançável para o pequenino, pois o andador não oferece condições para que ele pegue e conheça a peça.
Já o bebê que não usa o andador poderá sentar-se no chão, engatinhar ou ir se apoiando nos móveis até chegar ao objeto desejado. Lembre-se: enquanto manuseia objetos e brinquedos, o bebê está desenvolvendo seu cérebro.
Veja como uma coisa puxa outra. O que pode ocorrer também com as crianças que usam o andador é a falta de estímulos pelos pais. Como a criança gosta do andador por movimentar mais rápido, ficam quietinhas e brincam sozinhas e são “esquecidas” pelos pais. A falta de estímulo pode causar uma deficiência no desenvolvimento neurológico.
Os acidentes que podem provocar graves lesões nas crianças são outro problema relacionado ao uso do andador. Os acidentes mais comuns são os tombos quando as crianças usam os pés para se impulsionarem para trás e batem a cabeça e as quedas em degraus.
De tão prejudiciais e perigosos para as crianças, a venda de andadores em países como o Canadá já é proibida.
O uso do andador compromete muito o desenvolvimento global das crianças. Os pais devem pensar nas conseqüências do andador antes de comprá-los. Não há criança normal que deixou de aprender a andar por falta do andador.
Obs: este artigo trata dos andadores onde as crianças ficam "sentadas". Os andadores "modernos" são aqueles onde a criança utiliza-o apenas para apoiar-se, como se estivesse empurrando um carrinho de supermercado. Para esses não há restrição.

Fonte: Guia do Bebe

Por esses e outros motivos digo não ao andador... até a próxima

Bjos

Sara Rodrigues


domingo, 24 de outubro de 2010

1º Dentinho

Sim meu pequeno completou 6 meses no último dia 09.10, no dia 12.10 a gengiva dele rasgou, e agora está evoluindo seu primeiro dentinho.
Desde o dia 09.10 ele começou sua jornada no mundo das refeições, comeu sua primeira papinha de abacate com gotas de limão, confesso que me surpreendi, achei que ele não iria comer nada, iria botar tudo para fora etc, mas não, ele comeu até bem, e de fato entre, mamão, maça, abacate e pera, as que ele mais amou foram as ultimas duas citadas.
Até lhe apresentarem a banana prata, sim banana prata, ele simplesmente comeu 10 colheres na parte da manhã e na parte da tarde comeu a banana inteira, porem tudo que se come de mais da dor de barriga né, ou fica com a barriga inchada rsrsrs, ele teve colicas a noite, e com certeza foi por causa da banana, dei algumas gotinhas de luftal antes de dormir e o desconforto foi resolvido.

Esses 6 meses passaram voando...em breve farei um post sobre alimentação, como está sendo e como será a inicialização do meu filho.

Bjos

Sara Rodrigues

sábado, 23 de outubro de 2010

Aleitamento materno exclusivo por 6 meses

Vou falar um pouco sobre como foi nossa jornada no mundo da amamentação, já vou adiantando, não foi tão mágica como foi o parto, tive alguns problemas com a amamentação, que me faz afirmar, a dor do parto não foi tão ruim quanto a dor de amamentar, o parto era ali rápido e após o nascimento do bb, a dor sumiu junto com a placenta para não voltar mais, já a dor da amamentação era de 3 em 3 horas, eu sabia que iria sofrer por 30 minutos no minimo, bom vamos lá,  meus seios doíam tanto, que eu não deixava ele sugar direito, foram 5 dias difíceis de sofrimento para ambos, confesso que eu tinha pavor de amamentar, não entendia como tinha pessoas que achava prazeroso aquele ato.
Teve horas em que pensei, vou desistir deste propósito, não tá certo esse sofrimento todo, mas ao mesmo tempo eu pensava: eu me informei, eu me preparei tanto para amamentar, e agora vou desistir de tudo, ele precisa do meu leite, o meu leite vai fazer bem para ele, então mesmo chorando eu o alimentava de 3 em 3 horas.
Três dias após o parto eu não agüentei, mandei meu marido comprar Nan e uma mamadeira, pois nem isso eu tinha em casa, afinal meu objetivo era amamentar, e sabia que não existia esse papo de mulher não ter leite, ou ter leite fraco, sabia também que teria uma longa e estressante jornada com os mais velhos da família mandando eu dar mamadeira para ele, pois” leite de peito não sustenta” e bla bla bla, confesso que quase secou meu leite de tanto nervoso que passei, mas mandei todo mundo ir passear e não se meter nas minhas decisões, enfim foram 3 mamadeiras de Nan na madrugda, e isso me ajudou muito pois descancei os seios e com a pomada de lanolina ajudou a cicatrização.
Após 15 dias as coisas começaram a melhorar a dor diminuiu, mas não cessou ele sempre foi muito forte e até hoje sinto dores as vezes, porem a dor já não me machuca mais.
Antes de eu voltar a trabalhar a preocupação do povo era que eu começasse logo dar comida, pois iria voltar a trabalhar e ele tinha que estar comendo de tudo, lendo engano, meu objetivo antes de voltar a trabalhar era apenas dois, primeiro achar um berçário que atendesse meu requisito básico que era oferecer meu leite ao meu filho até os 6 meses, confesso que com 1 semana que ele estava freqüentando o berçário, veio uma das tia e me falou: pede para o pediatra dele liberar frutinha ele ta muito grande e gordo só leite materno não sustenta ele (como não sustenta ele? só ta grande e gordo por causa do leite sua única fonte de alimentação, enfim...), se eu pedisse isso para o pediatra do meu filho tenho certeza que ele iria me apoiar a tirar ele deste berçário isso sim e não dar uma autorização para alimentá-lo, bom já me enfureci e queria por que queria tirar ele do berçário, meu marido nos salvou, conversou com as tias e explicou direitinho nossos objetivos e assim foi respeitado minha vontade, e confesso após a explicação do meu marido as tias até nós apoiaram e elogiava como o Pablo tava gordinho e esperto só com LM.
Segundo objetivo era alugar uma bomba elétrica, e  assim eu fiz ela é minha amiga número um rsrsrs, vai trabalhar comigo todos os dias e é usada de 3 em 3 horas, pretendo ficar com ela até o final do ano, pois até lá o Pablo já estará fazendo todas refeições necessárias e passara a mamar somente de manha antes da creche e a noite antes de dormir...
E com tudo isso conseguimos  amamentar exclusivamente por 6 meses, hoje em dia ele esta entrando no mundo das papas solidas, porem continua mamando leite materno.
A preocupação dos mais próximos hoje é quando você vai desmamar ele? Desmamar????? Como assim???? Por que eu iria desmamá-lo??? Tenho leite o suficiente e leite materno não mata nem faz mal, então respondo: ELE VAI MAMAR ATÉ QUANDO ACHARMOS NECESSARIO, e logo o assunto morre onde nem deveria ter começado.  
Mas hoje posso afirma, a amamentação é a melhor coisa que acontece no meu dia a dia, é uma delicia dar de mamar para meu anjinho, é um momento só nosso e ninguém pode tirar isso....


Bjos

Sara Rodrigues


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Um pouquinho de “EU” no meu melhor papel ser mãe!!!

1º Post, viva...eba...êêê!!! (incentivo de minha amigona Mariana, vamos ver se consigo tocar  mais essa né?)....
Vamos lá, já vou adiantando sou péssima com as palavras, sou uma negação para escrever...mas vou tentar...

Pensamento:
Hoje posso afirmar como é dificil querer agir naturalmente, é complicado ou errado deixar a natureza agir entre nós?, as vezes me perguntou eu sou louca por ter sonhado e concretizado um parto normal?, eu sou louca por amamentar meu filho exclusivamente até os 6 meses?, eu sou louca por vir trabalhar sem dormir direito e somente ter uma preocupação, que é a de  ordenhar o leite do meu filho de 3 em 3 horaspara ele mamar no berçário? Eu sou anormal por não usar um andador em meu filho?, por não aceitar nem usar sal ou açúcar em suas refeições? Sou errada em tratar meu filho somente a base de homeopatia? Sou errada ou louca de não dar vitaminas complementares ao meu bebe?
A cada dia que se passa,  tenho a certeza que estou no caminho certo e a cada passo que dou, vejo que é isso que eu quero, é isso que é o correto para "nossa familia".

São perguntas que já passaram e ainda passam na minha mente....

Como foi difícil para eu conseguir meu parto normal digno, sem traumas sem desrespeito, como foi difícil e estressante, fazer com que as pessoas próximas entendessem que meu filho até os 6 meses de vida só necessitava do meu leite e nada mais, como é difícil fazer com que essas mesmas pessoas entendam que meu filho vai comer comida solida sim mas tudo com calma não temos pressa de lhe dar um prato de feijão com carne...
Me  informo de todas as formas possíveis, seja em matérias na internet, com pediatras, nutricionistas, fisioterapeutas, doula etc, tudo que estiver ao meu alcance, em busca da criação do meu filho, de forma natural, humana, sem traumas e claro acima de tudo com muito mas muito amor, se queremos mudar o mundo devemos começar de dentro de casa, devemos tentar mudar o que está ao nosso alcance.
Meu objetivo nesse blog é postar coisas uteis e as vezes não tão uteis mas bacanas de se ler, e claro falar do meu dia a dia e do meu ponto de vista, não estou aqui para atacar ninguém e muito menos para ser atacada, falo o que faço e porque faço, tenho minhas opiniões formadas não preciso de lição de moral muito menos de velhos e ultrapassados conceitos ou conselhos.


Esse post é só o começo do que vem pela frente....

Bjão

Sara Rodrigues