No inicio da minha gestação eu aboli sal e açucar das minhas refeições, claro que os alimentos que já possuiam sal eu não deixei de comer, mas os que eu podia optar ou evitar eu fazia, quanto o açucar passei a não usar e quando não tinha opção eu colocava o orgânico, claro que não abri mão dos meus brigadeiros de panelas rsrs, e não fiz essa opção para não ganhar peso gestacional, pois engodei 27 kilos na gestação, mas optei por essa abolição por motivos saudaveis, e claro para dar o exemplo ao meu pequeno que iria chegar nesse mundo em alguns meses.
Achei essa pesquisa sobre obesidade infantil e acho valido postar, claro já eramos contra o açucar refinado e comida insutrializada na alimentação do nosso filho antes dos 12 meses de vida, porém a cada dia que se passa pensamos seriamente em amplicar esse prazo, sei que quanto maior ele ficar, mais dificil será segurar sua curiosidade por "porcarias alimentares" mas se desde pequeno oferecer-mos a ele opções saudáveis os danos serão menores, é tudo uma questão de exemplos dos pais e habitos.
Já me perguntaram varias vezes como eu tenho coragem de dar abacate para meu filho sem adição de açucar?
Paro e penso: como eu tenho coragem de querer o melhor para meu filho acho que é isso que querem perguntar??
Simples, meu filho nunca experimentou açucar ou sal, então para ele não há diferença em adoçar/salgar ou não, simples assim porque vou dar porcaria quimica para ele se não é nada saudavél, e confesso de todas frutas que já demos para ele o abacate é o que ele mais gosta.
Recebo criticas familiares e não familiares, sobre essa atitude, e ouço a frase que odeio : Coitado comer abacate sem açucar ninguem merece... COITADO É FILHO DE RATO QUE NASCE PELADO E SEM NADA PARA COMER..., coitado do meu filho por eu querer o melhor para ele??? haja paciencia;
Resumindo eu sou a favor das pesquisas e afirmações que a obesidade infantil é culpa dos pais, pois quem oferece porcarias alimentares para o seu filho é os pais, e não os fabricantes dos alimentos, quem compra e quem poe na boca do bebe é a mãe e o pai, isso é fato.
Com isso é legal deixar claro, meu filho não é coitado por nao comer açucar ou sal, estou apenas lhe mostras habitos saudáveis, enquanto ele nao conhece esses sabores, os mesmos não farão falta em sua vida, e seu organismo, corpo, pele e cabelos agradecem, não é porque minha mãe ofereceu esses temperos quando eu era criança, que eu tenho que oferecer ao meu filho, hoje os tempos são outros e as pesquisas estão ai para me mostrar o que é bom ou não ...
Segue a repostagem que achei bacana e esclarecedora.
Estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) constata que a alimentação das crianças brasileiras com menos de dois anos está repleta de produtos industrializados, muitas vezes prejudiciais á saúde.
A pesquisa aponta que os bebês estão deixando de ter uma alimentação saudável – ou até mesmo a amamentação exclusiva – e passando a comer alimentos ricos em gorduras e açúcares nos primeiros meses de vida.
A ingestão precoce de gorduras e açúcar está associada ao abandono do aleitamento materno e ao baixo consumo de frutas, legumes, cereais e hortaliças.
Os pesquisadores alertam para a introdução precoce de alimentos industrializados que não deveriam fazer parte de uma dieta saudável em qualquer idade, com destaque para macarrão instantâneo, açúcar refinado, suco de frutas artificiais, danoninho, refrigerantes e até mesmo salgadinhos e embutidos.
De acordo com Maysa Helena de Aguiar Toloni, nutricionista e autora da pesquisa, os resultados preocupam, já que a obesidade infantil é considerada um problema de saúde pública no Brasil, onde cerca de 10% das crianças apresentam excesso de peso e aproximadamente 20% dos adolescentes estão acima do peso.
- Vale lembrar que 60% das crianças e adolescentes obesos já sofrem de hipertensão e dislipidemia, que é o aumento do nível de gordura no sangue e que está intimamente ligada às doenças coronarianas – afirma a nutricionista.
- Além de esse tipo de alimentação comprometer o crescimento e desenvolvimento infantil, também é comum desencadear processos alérgicos, carências de vitaminas e minerais, obesidade infantil e o surgimento, cada vez mais precoce, das chamadas ‘doenças crônicas não transmissíveis’ que incluem o diabetes, hipertensão arterial, obesidade, dislipidemias, acidente vascular cerebral, diversos tipos de cânceres, artroses, enfisema pulmonar, entre outras.
Bjos
Sara Rodrigues
Sara,
ResponderExcluirO Pablo terá os mesmos hábitos alimentares que voce.
Sou prova disto, minha filha come verduras, legumes,não é chegada em refrigerante e come pouca carne vermelha. Hábitos que temos em casa.
Filho aprende vendo, com exemplo.
Siga em frente.
bjs
Edna Santos