Presente também nos medicamentos, o açúcar compõe ainda os ingredientes de vários produtos industrializados destinados á primeira infância.
Poucas pessoas reparam, mas as frutas já possuem seu próprio açúcar. São doces por natureza. Se for necessário adoçar, devem estar estragadas, ou ”verdes”.
As primeiras papinhas doces podem ser feitas apenas com frutas amassadas, misturadas entre si.
A banana é ótima opção adoçante, além de dar textura de creme em muitas combinações (com iogurte, em mingaus, mousses, etc).
Mas, por que mesmo não se pode oferecer açúcar aos bebês antes de um ano?
Primeiro, qualquer açúcar, assim como o mel, é carboidrato simples.
Se for refinado, ainda tem a desvantagem de não possuir nutrientes, ou seja, é caloria vazia.
Esse tipo de carboidrato é absorvido rapidamente pelo organismo, provocando elevação dos níveis de açúcar no sangue na mesma velocidade.
Para entender melhor:
O açúcar simples produzido através da quebra dos carboidratos que consumimos passa pelo sistema digestivo, transformando-se em glicose.
O açúcar simples produzido através da quebra dos carboidratos que consumimos passa pelo sistema digestivo, transformando-se em glicose.
Utilizada na respiração de grande parte dos animais e plantas, onde é gerada através da fotossíntese, circula dissolvida no plasma sangüíneo até que seja aproveitada pelos tecidos do corpo.
Sua concentração no plasma sangüíneo é mantida em equilíbrio pelos hormônios insulina e glucagon. Quando o nível de glicose no sangue está baixo, ele converte este glicogênio em glicose, devolvendo ao sangue para que atinja partes do corpo que dele necessitem.
A insulina é produzida por uma glândula, o pâncreas, que também fornece o suco pancreático segregado durante a digestão.
Este serve para decompor o quimo, que quando entra em nossa boca é apenas alimento.
Já sem a participação de sua “irmã”, a insulina, a glicose não consegue penetrar nas células, causando sérios transtornos á saúde em geral.
Há alguns anos, os representantes da Federação Internacional de Diabetes vêm divulgando também uma outra forma de diagnóstico da doença.
Trata-se da IGT (sigla em inglês para Tolerância da Glicose Diminuída), que possui como principal característica o aumento excessivo de glicose no sangue.
Por ser inferior ao registrado pelos diabéticos Tipo II, a IGT não possuía seu risco avaliado.
Quando detectada a tempo, através do exame de curva glicêmica, pode evitar doenças cardíacas, distúrbios cerebrais e mesmo o desenvolvimento de diabetes.
Fonte: Guia de Alimentação Infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais. Guimarães, N. Ed. Ground.
Bjos
Sara Rodrigues
Sara,
ResponderExcluirCaraca!!!!!!!!aprendi mais um pouquinho.
Gostei do post!!!
Principalmente sobre a insulina.
bjs
Edna Santos
É Edna eu to aprendendo muito com meu filho rsrsrs, por causa dele faço varias pesquisas....
ResponderExcluirbjos e obrigada
Eu também não dou nada com açúcar ao Bernardo, e, por isso, já ouvi o tal do "tadinho!"
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