Estava lendo uma matéria sobre peso dos pequeninos e resolvi postar para informar alguns trechos:
Bebês que nascem gordinhos são mais saudáveis
Mito. Os pais adoram ver o recém-nascido cheio de dobrinhas. Associam o excesso de fofura à saúde e falam com orgulho que o filho já usa macacão tamanho médio. Os médicos têm outra opinião e olham com desconfiança para quem nasce com mais de 4 quilos. Um dos temores é que a mãe tenha apresentado diabetes gestacional, uma doença silenciosa que pode não ter sido diagnosticada durante os nove meses. O diabetes pode causar ganho excessivo de peso, imaturidade pulmonar e problemas metabólicos no bebê. Outro receio é que esses pais tentem manter o padrão inicial de fofura e alimentem excessivamente a criança. Pode parecer cedo para falar em obesidade infantil, mas pesquisas recentes sobre o assunto comprovam que é mesmo no início da vida que o problema começa. E não é só isso. Um estudo realizado pela Universidade da Carolina do Norte, EUA, com bebês de até 18 meses, concluiu que a obesidade pode atrapalhar o desenvolvimento motor da criança. O pequeno pode demorar mais para engatinhar e andar, por exemplo. Fatores genéticos também contam, então um bebê pode, sim, nascer gordinho e ser saudável. Os exames realizados na maternidade é que vão mostrar como está sua saúde.
Mito. Os pais adoram ver o recém-nascido cheio de dobrinhas. Associam o excesso de fofura à saúde e falam com orgulho que o filho já usa macacão tamanho médio. Os médicos têm outra opinião e olham com desconfiança para quem nasce com mais de 4 quilos. Um dos temores é que a mãe tenha apresentado diabetes gestacional, uma doença silenciosa que pode não ter sido diagnosticada durante os nove meses. O diabetes pode causar ganho excessivo de peso, imaturidade pulmonar e problemas metabólicos no bebê. Outro receio é que esses pais tentem manter o padrão inicial de fofura e alimentem excessivamente a criança. Pode parecer cedo para falar em obesidade infantil, mas pesquisas recentes sobre o assunto comprovam que é mesmo no início da vida que o problema começa. E não é só isso. Um estudo realizado pela Universidade da Carolina do Norte, EUA, com bebês de até 18 meses, concluiu que a obesidade pode atrapalhar o desenvolvimento motor da criança. O pequeno pode demorar mais para engatinhar e andar, por exemplo. Fatores genéticos também contam, então um bebê pode, sim, nascer gordinho e ser saudável. Os exames realizados na maternidade é que vão mostrar como está sua saúde.
Criança magra só pode estar doente
Depende. Esse é um clássico que os pais escutam dos parentes quando o filho é magro. Caso a criança apresente uma boa curva de crescimento, engorde mesmo que em ritmo bem lento, se desenvolva coerentemente com sua idade e não apresente nenhum problema - o que um bom pediatra pode investigar -, não se preocupe. E desculpem todos os tios, avós e irmãos cheios de experiência e boas intenções, mas apenas um médico pode avaliar se a magreza é consequência de uma doença. Existem crianças que por fatores genéticos serão mesmo mais magros (pelo que vão agradecer na vida adulta). Vai demorar ainda um bom tempo para nossa cultura assimilar o conceito de que crianças gordinhas não são necessariamente saudáveis. Isso, somado ao fato de que a maior reclamação nos consultórios pediátricos é "meu filho não come", leva muitos pais a comprar estimulantes de apetite e vitaminas para os filhos sem nenhuma orientação. Atenção: o excesso tanto de um quanto de outro pode prejudicar seriamente o desenvolvimento da criança.
Crianças devem sempre engordar
Verdade. O ser humano se desenvolve fisicamente (ganha peso e altura) até cerca dos 18 anos (mulheres) ou 21 anos (homens). Mas a velocidade do ganho varia, principalmente na infância. No primeiro ano de vida, o bebê triplica o seu peso de nascimento e é cheio de apetite. No segundo, deve engordar apenas um terço do que já engordou. Por exemplo: um bebê que nasceu com 3 quilos provavelmente terá 9 quilos no primeiro aniversário, mas, até o segundo, completará 12. Ou seja, ganhará apenas 3 quilos e não 6, como no primeiro ano. E continua assim, ganhando aproximadamente 2 quilos até cerca de 9 anos, quando começa o estirão da adolescência. O ritmo de crescimento e a vontade de comer desaceleram, mas a ansiedade dos pais não. Até porque agora essa criança anda, corre, brinca sem parar, gasta muita energia. Fica a impressão de que precisam de mais e mais comida. Mas não necessitam nem têm apetite para isso.
Quem nasce gordinho será assim quando adulto
Depende. O peso de nascimento tem muito a ver com fatores relacionados à gravidez e pode não mostrar a tendência real do bebê. O problema é alimentar excessivamente a criança para manter os padrões do nascimento. Então a garotada se acostuma e leva esse hábito para a vida adulta. Um estudo feito em Hong Kong com 80 mil meninos e meninas concluiu que os bebês que nascem rechonchudos e crescem rápido têm muito mais chances de estar acima do peso aos 7 anos de idade. E pesquisas recentes mostram que aproximadamente 70% das crianças gordinhas se tornam adultos obesos. O que fazer para mudar o quadro? Prevenir. Oferecer uma alimentação saudável, com muitas verduras, legumes e frutas, sem excesso de gordura e carboidrato, e incentivar as atividades físicas.
Na curva de crescimento, as crianças devem estar na média ou estão com problemas
Mito. A média na curva de crescimento mostra apenas o que diz o nome: a média de como ocorre o desenvolvimento infantil. Teoricamente pode-se entender que metade da população está abaixo desse valor e a outra metade está acima. A curva é feita de várias faixas e comporta muitos biótipos. Uma criança de 2 anos, por exemplo, pode ter de 9 a 14 quilos e de 81 a 93 centímetros de altura. O pediatra vai avaliar seu desenvolvimento levando em conta os dois valores e a curva que ela está descrevendo desde o nascimento. Cada criança tem uma e ela irá mostrar a sua tendência de crescimento. O importante é a curva ser sempre crescente. Caso ocorra uma mudança brusca para cima ou para baixo ou se o gráfico chegar às faixas das extremidades, aí, sim, é o momento de investigar a existência de algum problema.
Depende. Esse é um clássico que os pais escutam dos parentes quando o filho é magro. Caso a criança apresente uma boa curva de crescimento, engorde mesmo que em ritmo bem lento, se desenvolva coerentemente com sua idade e não apresente nenhum problema - o que um bom pediatra pode investigar -, não se preocupe. E desculpem todos os tios, avós e irmãos cheios de experiência e boas intenções, mas apenas um médico pode avaliar se a magreza é consequência de uma doença. Existem crianças que por fatores genéticos serão mesmo mais magros (pelo que vão agradecer na vida adulta). Vai demorar ainda um bom tempo para nossa cultura assimilar o conceito de que crianças gordinhas não são necessariamente saudáveis. Isso, somado ao fato de que a maior reclamação nos consultórios pediátricos é "meu filho não come", leva muitos pais a comprar estimulantes de apetite e vitaminas para os filhos sem nenhuma orientação. Atenção: o excesso tanto de um quanto de outro pode prejudicar seriamente o desenvolvimento da criança.
Crianças devem sempre engordar
Verdade. O ser humano se desenvolve fisicamente (ganha peso e altura) até cerca dos 18 anos (mulheres) ou 21 anos (homens). Mas a velocidade do ganho varia, principalmente na infância. No primeiro ano de vida, o bebê triplica o seu peso de nascimento e é cheio de apetite. No segundo, deve engordar apenas um terço do que já engordou. Por exemplo: um bebê que nasceu com 3 quilos provavelmente terá 9 quilos no primeiro aniversário, mas, até o segundo, completará 12. Ou seja, ganhará apenas 3 quilos e não 6, como no primeiro ano. E continua assim, ganhando aproximadamente 2 quilos até cerca de 9 anos, quando começa o estirão da adolescência. O ritmo de crescimento e a vontade de comer desaceleram, mas a ansiedade dos pais não. Até porque agora essa criança anda, corre, brinca sem parar, gasta muita energia. Fica a impressão de que precisam de mais e mais comida. Mas não necessitam nem têm apetite para isso.
Quem nasce gordinho será assim quando adulto
Depende. O peso de nascimento tem muito a ver com fatores relacionados à gravidez e pode não mostrar a tendência real do bebê. O problema é alimentar excessivamente a criança para manter os padrões do nascimento. Então a garotada se acostuma e leva esse hábito para a vida adulta. Um estudo feito em Hong Kong com 80 mil meninos e meninas concluiu que os bebês que nascem rechonchudos e crescem rápido têm muito mais chances de estar acima do peso aos 7 anos de idade. E pesquisas recentes mostram que aproximadamente 70% das crianças gordinhas se tornam adultos obesos. O que fazer para mudar o quadro? Prevenir. Oferecer uma alimentação saudável, com muitas verduras, legumes e frutas, sem excesso de gordura e carboidrato, e incentivar as atividades físicas.
Na curva de crescimento, as crianças devem estar na média ou estão com problemas
Mito. A média na curva de crescimento mostra apenas o que diz o nome: a média de como ocorre o desenvolvimento infantil. Teoricamente pode-se entender que metade da população está abaixo desse valor e a outra metade está acima. A curva é feita de várias faixas e comporta muitos biótipos. Uma criança de 2 anos, por exemplo, pode ter de 9 a 14 quilos e de 81 a 93 centímetros de altura. O pediatra vai avaliar seu desenvolvimento levando em conta os dois valores e a curva que ela está descrevendo desde o nascimento. Cada criança tem uma e ela irá mostrar a sua tendência de crescimento. O importante é a curva ser sempre crescente. Caso ocorra uma mudança brusca para cima ou para baixo ou se o gráfico chegar às faixas das extremidades, aí, sim, é o momento de investigar a existência de algum problema.
Meu filho é gordinho, mas come bem, então não vou me preocupar
Mito. Segundo os especialistas, a obesidade é uma doença, não importa a idade. Não existe gordo saudável. E são taxativos: exceto os casos em que existem doenças metabólicas, crianças acima do peso são o resultado de famílias que erram na alimentação e de pais que não reconhecem que o filho está acima do peso e, por isso, não fazem nenhuma prevenção contra a obesidade. Dois estudos, um feito no Centro Médico Universitário de Groeningen, na Holanda, e outro realizado em conjunto pelas universidades de Minnesota e de Washington, nos EUA, mostraram que os pais enxergam os filhos mais magros do que realmente são e não reconhecem que eles são obesos. Não é muito diferente da realidade brasileira. Segundo o Ministério da Saúde, nos últimos cinco anos, a porcentagem de crianças brasileiras menores de 5 anos com sobrepeso aumentou de 6,4 para 9,2%. Se uma criança está acima do peso, sua alimentação deve mudar.
Para ajudar uma criança a engordar, devemos oferecer suplementos vitamínicos
Depende. Na maioria das vezes, não. Quando uma criança precisa realmente engordar (seu peso está abaixo da média, seu desenvolvimento está sendo prejudicado), a família deve procurar a orientação de um médico. Apenas ele pode analisar os hábitos alimentares dela e avaliar se é necessário investir nesse tipo de suplemento. Uma alimentação saudável vai suprir todas as necessidades de vitaminas e nutrientes de que um garoto precisa para crescer e é possível fazer uma adequação para ajudá-lo no ganho de peso. Diferentemente do que muitos pensam, as vitaminas não são totalmente inocentes. O excesso - o que geralmente ocorre quando se tomam suplementos sem supervisão médica - pode prejudicar o desenvolvimento infantil e causar doenças.
Mito. Segundo os especialistas, a obesidade é uma doença, não importa a idade. Não existe gordo saudável. E são taxativos: exceto os casos em que existem doenças metabólicas, crianças acima do peso são o resultado de famílias que erram na alimentação e de pais que não reconhecem que o filho está acima do peso e, por isso, não fazem nenhuma prevenção contra a obesidade. Dois estudos, um feito no Centro Médico Universitário de Groeningen, na Holanda, e outro realizado em conjunto pelas universidades de Minnesota e de Washington, nos EUA, mostraram que os pais enxergam os filhos mais magros do que realmente são e não reconhecem que eles são obesos. Não é muito diferente da realidade brasileira. Segundo o Ministério da Saúde, nos últimos cinco anos, a porcentagem de crianças brasileiras menores de 5 anos com sobrepeso aumentou de 6,4 para 9,2%. Se uma criança está acima do peso, sua alimentação deve mudar.
Para ajudar uma criança a engordar, devemos oferecer suplementos vitamínicos
Depende. Na maioria das vezes, não. Quando uma criança precisa realmente engordar (seu peso está abaixo da média, seu desenvolvimento está sendo prejudicado), a família deve procurar a orientação de um médico. Apenas ele pode analisar os hábitos alimentares dela e avaliar se é necessário investir nesse tipo de suplemento. Uma alimentação saudável vai suprir todas as necessidades de vitaminas e nutrientes de que um garoto precisa para crescer e é possível fazer uma adequação para ajudá-lo no ganho de peso. Diferentemente do que muitos pensam, as vitaminas não são totalmente inocentes. O excesso - o que geralmente ocorre quando se tomam suplementos sem supervisão médica - pode prejudicar o desenvolvimento infantil e causar doenças.
fonte: http://bebe.abril.com.br/01_03/alimentacao/mitos-verdades-ganho-de-peso-crianca.php
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